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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pequim distribui celular com GPS para combater sequestros em escolas: 600 mil crianças nunca são localizadas

É louvável ver uma nação com um contingente tão grande em sua população, dedicar tempo e principalmente recursos para sua proteção.
Medidas como esta servem de exemplo para o mundo e assim que estas crianças forem crescendo o certo é cada um ter seu telefone particular e privado.


No Brasil desaparecem aproximadamente 40 mil pessoas por ano, sendo que 8 mil nunca voltam para casa.
 
O País que não cuida e protege suas crianças, está condenado a ser dominado, morrer ou ser levado à um estado de escravidão.

Ed

Uol Tecnologia

Autoridades da capital chinesa, Pequim, começaram a distribuir telefones celulares com localizadores via satélite para tentar reduzir o número de episódios de violência e de sequestros nas escolas.

Segundo a mídia estatal chinesa, já foram disponibilizados 20 mil telefones. Os planos são distribuir 100 mil até o fim do ano.

Com aspecto de pulseira, os telefones equipados com GPS foram concebidos para serem usados por crianças e não têm capacidade de mandar mensagens ou rodar jogos. Podem telefonar para no máximo quatro números telefônicos.

De acordo com a Fundação para a Cruz Vermelha de Pequim (escritório de assuntos humanitários da cidade ligado ao Ministério de Assuntos Civis), os aparelhos podem determinar se as crianças usuárias estão próximas de locais perigosos, como rios, canteiros de obras e rodovias.

Um botão de alarme pode ser acionado para pedir socorro.

Cerca de 200 mil crianças desaparecem na China a cada ano, segundo as autoridades. Cerca de 600 mil delas nunca apareceram.

Recentemente, outra fonte de preocupação para os pais foram os episódios de violência envolvendo crianças em estabelecimentos de educação.

De acordo com o jornal estatal China Daily, as linhas telefônicas pela qual os pais podem requisitar o aparelho para seus filhos receberam "um dilúvio de consultas" no fim de semana, quando a distribuição começou.

O secretáro-geral do escritório, Yo Ruiling, disse ao jornal que o telefone/pulseira foi testado em 20 escolas na capital, Pequim, e elogiado pelos pais que participaram do projeto piloto.

As máquinas são oferecidas sem custo, mas os pais das crianças precisam pagar cerca de 60 dólares por ano (R$ 101) em serviços.

Para os críticos, esse valor deixa os telefones fora do alcance da maioria dos chineses.

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